O que você deve fazer quando receber seu salário

Cansado de ver seu mês acabar antes do salário? Se ligue em 3 coisas simples que você deve fazer no dia que receber seu salário, e faça sua grana durar mais!

Dia 15 chegou, e pra muita gente é dia de receber seu salário – seu suado, merecido,  e sempre muito esperado salário (aliás, como hoje é sábado, você já deveria ter recebido ontem). E o dia do pagamento se torna ainda mais importante pra você, meu querido ou minha querida, que está vivendo de pagamento em pagamento, e muitas vezes o dinheiro acaba antes do mês.

E a primeira coisa que passa pela sua cabeça ao receber seu salário? GASTAAAAAAAR!

Você quer sair pra comemorar (ou bebemorar), afinal de contas, você trabalhou muito. Dormiu mal (ou nem dormiu), acordou cedo, teve que deixar seus filhos na escola quando queria mesmo era ficar com eles, se estressou no trabalho, trabalhou até mais tarde, ou trabalhou em mais de um emprego, chegou em casa cansado, e no outro dia teve que fazer tudo de novo. Definitivamente, não sou eu que vou te dizer que você não deve comemorar. Mas calma, fera. Se você pegar seu salário e for pro bar, aposto que vai querer pagar rodada pra todo mundo, e não vai prestar (até rimou).

Antes de comemorar, existem algumas coisas básicas e super simples que você P-R-E-C-I-S-A fazer assim que receber seu salário. Não é um dia depois, nem uma semana, é no dia. Ao tomar essas ações, você planeja melhor o seu mês (ou a sua quinzena, dependendo de como você recebe o pagamento), e tem uma probabilidade maior de sobrar salário no final do mês, e não o contrário. Que tal?

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Como criar um orçamento que funcione

Saiba como criar um orçamento que funcione de verdade pra você, e aprenda, passo a passo, como organizar suas finanças para que caibam no seu orçamento.

Temos falado muito sobre grana aqui na casa – você pode ver todos os posts sobre esse assunto na Categoria: Finanças. Acredito que manter as finanças em dia é fundamental pra viver bem, e querendo ou não, grana é um assunto recorrente nas nossas vidas. De certo modo, cuidar bem do dinheiro faz parte de cuidar bem da casa.

E por mais que as pessoas consigam, mesmo que mais ou menos, controlar seus gastos (ou pelo menos ter uma ideia geral de onde o dinheiro está sendo gasto), uma das grandes dificuldades gerais é montar um orçamento. Como saber quanto vou gastar? Parece tão complicado! As pessoas nem sabem por onde começar. Mas se você não tiver um orçamento feito, você nunca saberá se está:

  1. gastando menos do que ganha;
  2. gastando nas coisas certas; e
  3. poupando o suficiente.

Preciso admitir que fazer um orçamento não é uma das tarefas mais legais, mesmo pra quem gosta de mexer com números, mas é necessário fazê-lo se você quiser ter controle do seu dinheiro – e depois de um tempo torna-se quase automático, se for feito sempre. Então aqui vão alguns passos que podem ajudar a tornar essa tarefa menos tediosa e mais eficiente.

Pare e pense no futuro próximo (e nem tão próximo)

Estabelecer um objetivo é fundamental em várias áreas da vida, e com suas finanças não seria diferente. Pare e reflita sobre a sua vida financeira, e quais são seus objetivos que dependem de dinheiro. Você quer pagar suas dívidas e sair do vermelho? Quer fazer uma viagem? Quer estudar? Ninguém mais pode definir seus objetivos, a não ser você. Seja sincero consigo mesmo, estabeleça suas prioridades e faça a conta de quanto precisa poupar. Esse é o começo do seu orçamento.

A segunda parte é definir em quanto tempo você quer chegar nesse objetivo. Quer viajar esse ano? Trocar de carro ano que vem? Saldar suas dívidas daqui a 6 meses? Nesse momento não importa se o prazo é realista ou não: pense em um prazo que pareça razoável pra você.

Por fim, divida o valor necessário para chegar no seu objetivo pelo tempo estabelecido por você. Por exemplo, se sua viagem vai custar R$ 5.000,00 e você tem 6 meses, vai precisar poupar pouco mais de R$ 800,00 por mês (considerando que o valor poupado até agora seja zero). Você pode chegar à conclusão que esse valor é muito alto, e tudo bem. Significa que ou sua viagem precisa ser mais barata, ou você precisa adiá-la por alguns meses.

O importante aqui é ter todas as informações, para poder tomar as ações necessárias pra alcançar seu objetivo financeiro, seja ele de curto ou longo prazo.

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aplicativo: GuiaBolso

aplicativo guiabolso

Semana passada falamos sobre 6 passos simples para uma vida sem dívidas, e um deles era “ter um orçamento”. Bom, pra ter um orçamento você precisa saber duas coisas:

  1. quanto você pode gastar (sua renda líquida), e
  2. quanto você gasta atualmente.

Na maioria das vezes, a gente se perde no segundo item. Tentamos escrever tudo em um caderno, baixamos mil e uma planilhas, mas um mês depois volta tudo a ser como era antes – controles como esses, apesar de terem seus pontos positivos, exigem disciplina e tempo, coisas que às vezes não temos. Acredite, você não está sozinho. Uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil, CNDL e Meu Bolso Feliz em janeiro deste ano, informou que apenas cerca de 36% dos brasileiros controla seus ganhos e gastos. O restante deu as mais diversas justificativas:

Pesquisa sobre o controle de ganhos e gastos feito pelo brasileiro

A notícia boa é que, se você está nos 64%, você pode “pular” para o lado de quem tem total controle sobre suas finanças, sem perder tempo e sem gastar mais nenhum tostão. Sabe como? Com um dos aplicativos mais úteis que eu já tive na vida, e olha que já foram muitos: o GuiaBolso. Com o aplicativo, e esse guia completo da Casa, acabaram-se as desculpas. Vem!

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6 passos simples para uma vida sem dívidas

Descubra seis hábitos essenciais para se livrar das dívidas, cuide melhor da sua vida financeira e inspire-se para sair do vermelho para sempre.

Pergunta do tipo pegadinha:

VOCÊ SABE O QUE É ESTAR ENDIVIDADO?

Sabe mesmo? E se eu te contar que o SPC descobriu que…

79% dos brasileiros não sabem o que é estar endividado.

Pois é.

Estar envidado não é:

  • ter contas atrasadas; nem
  • ter o nome registrado em serviços de proteção ao crédito.

Estar endividado é possuir parcelas a vencer de compras ou empréstimos.

Portanto, a maioria das pessoas que eu conheço já foi (ou ainda é) endividada. Eu obviamente faço parte dessa estatística, mas meu nível de endividamento já esteve completamente fora de controle.

Logo depois que terminei a primeira faculdade, eu comecei um estágio que, como a maioria dos estágios, pagava uma mixaria. Lembro que nessa época eu almoçava todos os dias em um restaurante chinês no centro que era R$5 o prato, e o avental do cozinheiro que saía de vez em quando da cozinha era de dar medo. Não sei como nunca peguei nenhuma infecção alimentar durante aquela época…

Eu achava que estava fazendo grande coisa economizando no almoço, mas a verdade é que eu não tinha a menor ideia de quanto eu gastava por mês, e sempre sobrava (muito) mês no final do salário. A minha renda eu conhecia, infelizmente, muito bem; mas a conta nunca fechava, e eu passei meses sem entender o motivo. E nesse período, acumulei algumas dívidas; entre elas, a pior de todas: cartão de crédito.

Até o dia em que, enquanto eu chorava as pitangas pra minha vó Olga (se você ainda não sabe da relação dela com esse blog, saiba mais no post Construção Finalizada), ela me deu um conselho extremamente simples, mas que mudou o rumo da minha vida financeira: enquanto você não souber, centavo a centavo, com o que está gastando, nunca vai conseguir cortar suas despesas. Ela fez isso durante muito tempo, em um caderninho simples, continhas de mais e menos, e assim lidou com as finanças da família de forma espetacular. Mais de dez anos depois, aqui estou eu, tranquila e sem dívidas. Claro, estou falando daquelas dívidas que comem nosso orçamento, rolam mês após mês, e só aumentam. Há dívidas que conseguimos manter dentro das nossas finanças – essas geralmente não são o problema.

Nos últimos anos, tenho adotado outras práticas que me ajudaram a me manter livre do estresse associado a não conseguir pagar contas. Os 6 passos abaixo foram, e continuam sendo, fundamentais para manter o foco em uma vida tranquila e sem dívidas. Espero que ajude você também a ficar – e se manter! – no azul.

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