O que você deve fazer quando receber seu salário

Cansado de ver seu mês acabar antes do salário? Se ligue em 3 coisas simples que você deve fazer no dia que receber seu salário, e faça sua grana durar mais!

Dia 15 chegou, e pra muita gente é dia de receber seu salário – seu suado, merecido,  e sempre muito esperado salário (aliás, como hoje é sábado, você já deveria ter recebido ontem). E o dia do pagamento se torna ainda mais importante pra você, meu querido ou minha querida, que está vivendo de pagamento em pagamento, e muitas vezes o dinheiro acaba antes do mês.

E a primeira coisa que passa pela sua cabeça ao receber seu salário? GASTAAAAAAAR!

Você quer sair pra comemorar (ou bebemorar), afinal de contas, você trabalhou muito. Dormiu mal (ou nem dormiu), acordou cedo, teve que deixar seus filhos na escola quando queria mesmo era ficar com eles, se estressou no trabalho, trabalhou até mais tarde, ou trabalhou em mais de um emprego, chegou em casa cansado, e no outro dia teve que fazer tudo de novo. Definitivamente, não sou eu que vou te dizer que você não deve comemorar. Mas calma, fera. Se você pegar seu salário e for pro bar, aposto que vai querer pagar rodada pra todo mundo, e não vai prestar (até rimou).

Antes de comemorar, existem algumas coisas básicas e super simples que você P-R-E-C-I-S-A fazer assim que receber seu salário. Não é um dia depois, nem uma semana, é no dia. Ao tomar essas ações, você planeja melhor o seu mês (ou a sua quinzena, dependendo de como você recebe o pagamento), e tem uma probabilidade maior de sobrar salário no final do mês, e não o contrário. Que tal?

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6 gatilhos emocionais que te fazem gastar mais

Sabia que há certas situações emocionais (ou "gatilhos") que fazem você gastar mais, sem perceber? Aprenda quais são esses gatilhos e não caia mais nessas armadilhas!

Digamos que, um dia desses, você está tranquilamente olhando seu Facebook, Instagram, Twitter, ou qualquer outra rede social. Entre um update e outro de amigos e parentes, aparece uma propaganda. É de uma loja que você gosta (sim, o Facebook sabe quase tudo sobre você, e foi você quem ensinou), com uma promoção que parece imperdível.

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Você nem leu o resto direito, e já clicou pra saber mais. Está tarde, você está cansado, seu dia não foi legal, e fazer uma comprinha ou outra vai cair bem. Se essa propaganda tiver pego você na hora certa, a compra é também quase certa.

Parece familiar? Pois deveria. Quando juntamos gatilhos mentais (estratégias de marketing) com possíveis gatilhos emocionais, as lojas adoram; mas sua conta bancária, nem tanto. Mas hoje isso vai mudar, porque você vai aprender quais são os gatilhos emocionais mais comuns que te fazem gastar mais dinheiro, mesmo quando você não pode. Dessa maneira, mesmo que chovam propagandas e descontos, você saberá identificar o que está te levando a fazer aquela compra, e poderá parar antes que seja tarde.

Gatilho Emocional #1  – Tédio

Você sabe como é: está jogado no sofá, um domingo à tarde, de repente passa a oferta de um grill elétrico pela sua timeline. Você acha que pode precisar de um grill. Faz tempo que você quer começar a comer melhor, e um grill pode ajudar sujar menos seu fogão na hora de fazer aquele franguinho grelhado. Você está com preguiça demais pra pensar em qual o seu orçamento pra esse tipo de compra nesse mês – mas está disposto o suficiente pra levantar, pegar a carteira e informar o número do seu cartão de crédito.

Ou então, você está entediada em um sábado à tarde. Qual o melhor programa? Sair pra uma caminhada? Assistir um filme no Netflix? Não. Pra que fazer algo que seja grátis (ou pelo qual você já tenha pago), se você pode ir dar uma volta no shopping? Você jura pra si mesma que não vai comprar nada, mas você também sabe (todo mundo sabe) que shoppings foram feitos pra você gastar. Resultado? Você gasta.

Solução: pense antecipadamente em coisas que você pode fazer no seu tempo livre, ou quando estiver entediado. Tenha planos pra esses momentos. O objetivo é que, quando você pensar em sair pra fazer qualquer tipo de compra, você tenha outra coisa em mente.

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Como congelar seus gastos (e sobreviver)

Saiba como congelar seus gastos de forma eficiente, e sem sofrer muito - é mais fácil do que parece!

Não importa o quanto você seja pão duro quão cuidadoso você seja com sua grana. Você pode estar em qualquer posição no espectro de gastadores: você já pode ter aprendido como fazer seu orçamento, acompanha seus gastos; ou você nunca conseguiu fazer nada disso, e mal sabe o quanto entra e o quanto sai de dinheiro nas suas contas e cartões.

Você vai escorregar um dia. 

Vai gastar mais do que devia, e vai abrir um rombo no seu orçamento. Ou você gastou com algo parece inofensivo no dia-a-dia (um café da manhã fora de casa, por exemplo), e esse gasto virou hábito, e está comendo seu orçamento. O fato é que um dia, você vai se ver precisando – e MUITO – de parar de gastar dinheiro. E quer saber? Congelar seus gastos é uma ótima maneira de se dar conta dos rumos que seu dinheiro está tomando.

Se você acha que está pronto pra congelar suas despesas por um período, saiba que 1) você não está sozinho, e 2) temos dicas ótimas pra te ajudar a sobreviver a essa tragédia (e nem vai ser tão difícil assim).

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Pare de comprar por impulso

Aí você está todo contente porque começou a seguir alguns dos conselhos que a Casa deu sobre finanças – fez o seu controle de contas, baixou o GuiaBolso, criou um orçamento, está tentando mesmo sair do vermelho.

Mas aí você foi ao shopping.

E aí você entrou em uma loja cheia de coisas lindas das quais você não precisa.

E aí o vendedor era simpático, te deu um descontinho bacana, disse que aquela calça caiu super bem em você, falou que aquele era o smartphone da moda, te convenceu que você P-R-E-C-I-S-A de uma máquina de fazer pão.

E aí você pensou, “só uma comprinha não vai afetar meu orçamento.”

E aí, por fim, você se enganou. Porque o problema não é a comprinha em si, é o fato de você ter comprado por impulso. Essas compras são as mais prejudiciais para o seu orçamento, pois não são planejadas, e quase nunca são necessárias. Aprenda hoje alguns truques e recomendações pra impedir que essas “comprinhas” abalem suas finanças!

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Como criar um orçamento que funcione

Saiba como criar um orçamento que funcione de verdade pra você, e aprenda, passo a passo, como organizar suas finanças para que caibam no seu orçamento.

Temos falado muito sobre grana aqui na casa – você pode ver todos os posts sobre esse assunto na Categoria: Finanças. Acredito que manter as finanças em dia é fundamental pra viver bem, e querendo ou não, grana é um assunto recorrente nas nossas vidas. De certo modo, cuidar bem do dinheiro faz parte de cuidar bem da casa.

E por mais que as pessoas consigam, mesmo que mais ou menos, controlar seus gastos (ou pelo menos ter uma ideia geral de onde o dinheiro está sendo gasto), uma das grandes dificuldades gerais é montar um orçamento. Como saber quanto vou gastar? Parece tão complicado! As pessoas nem sabem por onde começar. Mas se você não tiver um orçamento feito, você nunca saberá se está:

  1. gastando menos do que ganha;
  2. gastando nas coisas certas; e
  3. poupando o suficiente.

Preciso admitir que fazer um orçamento não é uma das tarefas mais legais, mesmo pra quem gosta de mexer com números, mas é necessário fazê-lo se você quiser ter controle do seu dinheiro – e depois de um tempo torna-se quase automático, se for feito sempre. Então aqui vão alguns passos que podem ajudar a tornar essa tarefa menos tediosa e mais eficiente.

Pare e pense no futuro próximo (e nem tão próximo)

Estabelecer um objetivo é fundamental em várias áreas da vida, e com suas finanças não seria diferente. Pare e reflita sobre a sua vida financeira, e quais são seus objetivos que dependem de dinheiro. Você quer pagar suas dívidas e sair do vermelho? Quer fazer uma viagem? Quer estudar? Ninguém mais pode definir seus objetivos, a não ser você. Seja sincero consigo mesmo, estabeleça suas prioridades e faça a conta de quanto precisa poupar. Esse é o começo do seu orçamento.

A segunda parte é definir em quanto tempo você quer chegar nesse objetivo. Quer viajar esse ano? Trocar de carro ano que vem? Saldar suas dívidas daqui a 6 meses? Nesse momento não importa se o prazo é realista ou não: pense em um prazo que pareça razoável pra você.

Por fim, divida o valor necessário para chegar no seu objetivo pelo tempo estabelecido por você. Por exemplo, se sua viagem vai custar R$ 5.000,00 e você tem 6 meses, vai precisar poupar pouco mais de R$ 800,00 por mês (considerando que o valor poupado até agora seja zero). Você pode chegar à conclusão que esse valor é muito alto, e tudo bem. Significa que ou sua viagem precisa ser mais barata, ou você precisa adiá-la por alguns meses.

O importante aqui é ter todas as informações, para poder tomar as ações necessárias pra alcançar seu objetivo financeiro, seja ele de curto ou longo prazo.

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aplicativo: GuiaBolso

aplicativo guiabolso

Semana passada falamos sobre 6 passos simples para uma vida sem dívidas, e um deles era “ter um orçamento”. Bom, pra ter um orçamento você precisa saber duas coisas:

  1. quanto você pode gastar (sua renda líquida), e
  2. quanto você gasta atualmente.

Na maioria das vezes, a gente se perde no segundo item. Tentamos escrever tudo em um caderno, baixamos mil e uma planilhas, mas um mês depois volta tudo a ser como era antes – controles como esses, apesar de terem seus pontos positivos, exigem disciplina e tempo, coisas que às vezes não temos. Acredite, você não está sozinho. Uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil, CNDL e Meu Bolso Feliz em janeiro deste ano, informou que apenas cerca de 36% dos brasileiros controla seus ganhos e gastos. O restante deu as mais diversas justificativas:

Pesquisa sobre o controle de ganhos e gastos feito pelo brasileiro

A notícia boa é que, se você está nos 64%, você pode “pular” para o lado de quem tem total controle sobre suas finanças, sem perder tempo e sem gastar mais nenhum tostão. Sabe como? Com um dos aplicativos mais úteis que eu já tive na vida, e olha que já foram muitos: o GuiaBolso. Com o aplicativo, e esse guia completo da Casa, acabaram-se as desculpas. Vem!

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