Escolha (e pratique) a gratidão

Faça o seu pote da gratidão e registre os momentos pelos quais você é grato(a)! É super fácil, simples e vai valer muito a pena!

Esse post não poderia ser mais especial: hoje, 16 de fevereiro de 2017, a Casa Número Seis completa um ano de existência – e a gratidão se manifesta hoje de muitas maneiras.

O blog começou sem maiores pretensões; na verdade, sem pretensão nenhuma. Eu queria um veículo onde pudesse falar de organização, grana, limpeza, todas as coisas que fazem de uma casa um lugar bacana pra se viver. Mas será que eu conseguiria realmente falar pra alguém – quero dizer, alguém além da minha mãe? Não sou e nunca fui uma “dona de casa” tradicional, será que alguém daria valor pro que eu tenho a dizer? Eu não sabia, mas resolvi tentar.

A recepção foi muito mais positiva do que eu poderia esperar – quem poderia imaginar que o blog teria dez mil seguidores no Pinterest um dia? Que a Newsletter ia chegar pra mais de mil pessoas? Eu com certeza não. Claro que houve obstáculos aqui e ali; mas tudo foi, acima de tudo, aprendizado. E cada comentário, cada resposta aos e-mails enviados que recebo, me faz ser ainda grata por tudo o que aconteceu neste um ano.

Pra me dar um empurrãozinho a mais, e me fazer reconhecer o quanto é importante nunca deixarmos de ser gratos, mais ou menos um mês atrás recebi uma encomenda da Westwing que eu não estava esperando (não é propaganda e nem jabá, só um fato). Não havia comprado nada recentemente, e achei que eles tinham cometido algum erro, me enviado a encomenda de outra pessoa, sei lá. Mas estava no meu nome, então abri; e pra minha surpresa, era um presente. Eles estavam me agradecendo por ter sido “uma das pessoas que mais se inspirou com a Westwing em 2016” – traduzindo, comprei mais do que devia. O motivo não importa: foi tão inesperado, e quem me conhece sabe que eu fico feliz se ganhar uma caixa de fósforo, que dirá um pote super lindo com uma etiqueta de lousa.

Não pensei nem meia vez. Não cogitei guardar ali nenhum tipo de comida, nem nada – a única coisa que me veio na cabeça foi: preciso fazer um pote da gratidão.

Um pote da gratidão é um pote qualquer (qualquer mesmo gente, pode ser um pote de azeitona), onde você guarda notas sobre coisas pelas quais você se sente grato(a), durante um ano ou qualquer outro período que você quiser. Ao final desse tempo, você abre o pote e lê novamente as notas. Imagine, você vai lembrar de momentos que não lembraria de outra forma, e vai sentir toda aquela gratidão novamente. Deve ser uma injeção de alegria e entusiasmo!

Aposto que você tem um pote vazio e algum papel ou caderno dando sopa por aí. Isso é tudo que você precisa pra começar esse experimento. É simples, fácil, e tenho certeza que vai valer muito a pena.

Meu potinho ainda está meio vazio de notas, mas já está transbordando de gratidão.

claro que nenhuma das minhas 3 canetas-giz funcionou, então tive que dar um jeitinho 🙂

Registre, guarde, relembre: há muitos motivos pra sermos gratos(as), e eu sou particularmente muito grata a você, que está lendo esse post. MUITO obrigada por fazer desse um ano uma experiência incrível.

Praticando a bondade no ambiente de trabalho

Que tal tornar seu ambiente de trabalho menos pesado, mais animado e mais produtivo? Compartilhe essas dicas e espalhe a bondade onde você trabalha!

Você é bom no seu trabalho?

Não estou perguntando se você é competente, estou perguntando se você é bom – no sentido de bondoso, gentil.

“Mas isso não importa”, alguns irão dizer. “O que importa mesmo é se eu faço meu trabalho direito. Não importa se eu sou legal ou não.” Será? Será que a pessoa que diz isso acredita mesmo que isso é verdade? Porque eu não consigo acreditar.

Já trabalhei em lugares pequenos e grandes, com muita gente e com pouca gente, com chefes excelentes e outros que ainda estavam aprendendo como chegar lá. E como todo mundo, tinha dias piores e dias melhores. Mas não tenho a menor dúvida que ter colegas de trabalho com pensamento e atitude positivas mudam completamente o ambiente, pra muito melhor. Você pode ter uma dúzia de ranzinzas trabalhando com você – se tem um colega que é capaz de fazer todo mundo dar risada, a coisa muda de figura. O ambiente fica mais leve, e você trabalha mais animado. Eu já tive até colega que, do nada, jogava coisas por cima da divisória que separava nossas mesas: clipes, aviõezinhos e bolinhas de papel. Risada garantida.

Infelizmente muitas vezes somos pegos pela rotina, traídos pelo mau humor, e nos tornamos ranzinzas em vez de sermos positivos. Mas é muito fácil mudar isso, e influenciar positivamente seus colegas e seu ambiente de trabalho. Ser gentil não custa absolutamente nada, e pode fazer a diferença no dia de alguém, inclusive no seu – e aposto que você vai até chegar em casa mais animado.

Deixamos aqui 6 ideias super simples e fáceis de serem aplicadas – então chega mais que hoje é dia de bondade 🙂

 

1. Cuidado com as palavras

Ambientes de trabalho, como qualquer outro ambiente onde as pessoas se encontrem e passem tempo juntas, tendem a ser ambientes de socialização. Você acaba conhecendo melhor algumas pessoas do que outras, se identifica com algumas mais do que as outras, e tudo isso é normal – até chegar aquela pessoa que diz…

“Você ficou sabendo que fulano fez/falou algo assim e assim?”

E pronto. Você foi incluído, mesmo sem querer, no círculo das fofocas – que é um dos principais problemas de comunicação nos ambientes de trabalho. E a fofoca nem precisa ser pessoal, basta um comentário maldoso sobre o trabalho de alguém, ou o comportamento de uma pessoa em uma reunião, e daqui a pouco se forma um grupinho pra comentar.

Mas como hoje é seu dia de bondade, você vai cuidadosamente se afastar desse tipo de coisa. Qualquer tipo de comentário ou fala que diminua outra pessoa vai passar longe de você. Você só quer ouvir – e principalmente, falar – coisas boas. Fofoca só existe porque tem quem a escute.

Seja a pessoa que não tem ouvidos pra coisas ruins.

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Fazendo o bem com doações online

Eu sei bem como é. Você quer ajudar pessoas que precisam. Você separa suas roupas pra doações, às vezes até tem um animal de estimação que foi adotado, mas queria fazer mais. Quem sabe você já até pensou em ser voluntário, mas como ex-voluntária, posso dizer que não é pra todo mundo, em especial se você vai lidar com pessoas em situações difíceis – doentes, idosos, pessoas com necessidades especiais. Trabalhar como voluntário exige da gente um certo desprendimento emocional que nem sempre temos, porque apesar de passarmos horas ajudando, sempre chega o momento de ir embora… e não é fácil.

Então eu entendo de verdade, quando você diz que não pode ou não tem tempo para ser voluntário, mas mesmo assim sente falta de ajudar mais. E todos nós podemos ajudar mais.

Por isso, vamos começar aos poucos. Conheça seis opções de organizações que você pode ajudar bem aí onde você está, sem precisar sair do lugar!

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Gestos Aleatórios de Bondade

Mês passado, no primeiro post sobre positividade, falei sobre gentileza virtual – que é uma coisa cada vez mais em falta hoje em dia, e é muito fácil praticar. Pra continuar nessa linha de gentileza e bondade, pra cortar pelo menos um pouco da intolerância e o ódio que estamos vendo por aí, resolvi falar sobre gestos aleatórios de bondade. O post era pra ter saído ontem, mas por motivos de “estava gripada podre acabada”, preferi agendar a postagem pra hoje pra poder acompanhar melhor, e vou pular o Apanhado! dessa semana.

Eu acredito que todos nós temos o desejo de fazer o bem aos outros, mas alguns de nós não sabem bem por onde começar, ou como demonstrar bondade ou gentileza sem parecer meio louco. Há pessoas mais tímidas que não se expressam muito bem com palavras ditas, e preferem escrever. Há ainda pessoas que, como eu, acreditam que um pequeno gesto de bondade custa muito pouco, e pode valer muito. A verdade é que nós nunca vamos saber o que a outra pessoa está passando, e por isso uma pequena demonstração de preocupação ou gentileza pode fazer muita diferença no dia, na semana, na vida do outro.

Por isso, fiz 6 “cartões” com mensagens positivas diferentes. Você pode imprimir qualquer uma das duas versões, recortar e colocar onde quiser… e não necessariamente apenas para pessoas conhecidas. Vale entregar para a pessoa que está no caixa, junto com o dinheiro ou cartão. Vale colocar na caixa de correio de outra pessoa. Por que não colocar um sorriso no rosto de alguém? 🙂

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Gentileza Virtual – O Método R.E.A.G.E.

A técnica R.E.A.G.E. para gentileza virtual.

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Eu tenho estado no mundo virtual há um tempo considerável – 20 anos, agora que parei pra pensar. Então eu sou daquelas que vai dizer “Você reclama dos novos botões do Facebook? Isso é porque não conviveu com os scripts do mIRC!” (#chata) E nesses 20 anos, muita coisa mudou, e continua mudando em um ritmo cada vez mais acelerado, nem sempre para melhor. Pra me ajudar a entender como as muitas redes sociais funcionam, bem como as diferenças entre elas, gosto de fazer analogias com coisas familiares. Uma analogia que pra mim representa todas as redes sociais, é o teatro. Afinal, hoje em dia, somos todos espectadores e estrelas ao mesmo tempo.

Quando não estamos postando, somos espectadores da vida alheia. Estamos sentadinhos, confortáveis, reagindo ao que nos é apresentado. E tenho certeza que você, que está lendo isso agora, se estivesse em uma peça, não levantaria da poltrona, no meio de um teatro lotado, e gritaria para o ator que está em cena, tentando passar sua mensagem: “Nossa, essa sua peça é horrível! Não tem vergonha de apresentar isso pra gente, não?” 

Realmente acho que você não o faria. O máximo que ia acontecer seria você se levantar, e na saída do teatro, dizer para o seu companheiro ou companheira, “não sei como aguentei assistir tanto tempo, nunca mais assisto uma peça desse cara!”

Por que temos tanta necessidade de reagir com veemência no mundo virtual, se não o faríamos em situação semelhante no mundo real?

A resposta é bem simples, embora não seja óbvia para muitos: porque não estamos expostos. Não estamos em uma sala cheia de gente, que nos vaiaria caso tentássemos xingar o pobre ator. Estamos no conforto de nossas casas e escritórios, devidamente escondidos atrás de telas, e temos a sensação que podemos despejar o que quisermos nas redes sociais, sem nenhuma conseqüência real. Afinal, é tanta informação que ninguém vai mesmo lembrar do que comentamos há uma semana.

Será?

O problema é que não estamos de fato sozinhos. É fácil esquecer que a sua platéia existe de verdade, porque também somos atores nessa peça. Pessoas lêem o que você escreve. Acreditam no que você compartilha. Achavam que você é uma pessoa bacana, até você criticá-las sem motivo ou compartilhar algo de mau gosto. Até que você se levante para gritar com o ator, sem se preocupar com o resto.

Estamos certos de que o mundo precisapre-ci-sa – ouvir nossa opinião. Vou contar um segredo: é bem provável que não precise. E tudo bem.

Mas a pegadinha é que as redes sociais estão aí justamente pra gente socializar. Então qual a melhor maneira de fazer isso? Existe uma maneira melhor de aproveitar tudo que está à nossa disposição nas redes sociais?

Claro que sim.

Há algum tempo eu ouvi falar em uma técnica americana chamada T.H.I.N.K., uma espécie de guia para uma boa convivência nas redes sociais – e pra ser sincera, para todo tipo de convivência. Depois de pensar muito e fazer 1372 combinações diferentes (mais ou menos), cheguei em algo semelhante que estou batizando, aqui e agora, de R.E.A.G.E.

É bem simples: antes de levantar a mão (ou os dedos) para falar pra todo mundo ouvir, pense, mas pense muito bem nessas 5 perguntas básicas:

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